E ficaram cegas e confundidas as vias da vida
Que através da arte encontra-se inclinada a fazer destino sua realidade
Marcos da discórdia é linhas tão puras quanto teu sangue
Teu sangue a desenha em desejo pecado de tua própria arte
Revela em si mesmo as tuas grandes verdades,
Sem tuas mãos são impuras sem objetividade,
Tu ES as escrituras da saudade daquela criatividade
Que com coragem retrata o que falta aos homens fracos e descalços
De apenas materialidade se torna ser sobrevivente
Sei que observaras as correntes que os prede na terra
E reserva em teu olhar a forma de expressar a liberdade
Tão quista e conquistada às mínguas da soberanidade
De assas que te leva com vontade para terra sem fim com alma selvagem e riso inocente
Sem compreensão a olho nu, sem imaginação não se percebe sentido, mas que por tuas mãos se torna arte.